
Os vereadores tiraram o mandato de
Romanholi por meio de uma Comissão Processante, que o acusou de
irregularidade em contrato – sem a exigência de licitações – firmada com
funcionário público que trabalhava no setor de técnico de Informática.
Para a Comissão Processante, Romanholi
teria ignorado a lei e contratou o ex-funcionário publico Hélio Poliezel
para ser técnico de informática com salário mensal de R$ 6.400,00 (Seis
mil e quatrocentos reais) sem licitação, para este caso a lei exige a
licitação. Para o denunciante contratar sem licitação o prefeito Osvaldo
Romanholi frente a administração pública Municipal procedeu “de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo”.
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