sexta-feira, 18 de abril de 2014

Hoje completa um mês do desaparecimento do avião da Jotan com cinco ocupantes

Mancha de combustível no Tapajós dá esperança de que avião da Jotan possa ser encontrado. Informação está sendo checada


Completa um mês, hoje, que o avião modelo Baron, da Jotan, pilotado pelo dono da empresa, o experiente piloto Luiz Feltrin e mais quatro passageiros, desapareceu sem deixar vestígios.

Desde o dia 18 de março a aeronave está sendo procurada por todos os meios disponíveis, mas, nesse que é o maior mistério da aviação nesta região, nenhum sinal claro de que ela pudesse estar em algum lugar foi encontrado.

As dezenas de informações surgidas de todos os lados, checadas pelas equipes de buscas, lamentavelmente, resultaram em completa decepção.

Nunca, antes, foi montado um aparato tão grande, por ar, pela terra e por água, para tentar encontrar uma aeronave.

Esta semana, uma comitiva composta por familiares, e mais quatro vereadores de Itaituba, esteve em audiência no Ministério da Defesa, tendo sido informada pelo ministro interino, que as buscas com o avião P-3 Orion prosseguirão. Também foi dada esperança de que, se o governo federal liberar recursos, o 53º BIS poderá mandar um contingente para Jacareacanga.

O sofrimento dessas cinco famílias não tem limites. A incerteza pelo que possa ter acontecido só faz aumentar esse sofrimento.

A solidariedade do povo de Jacareacanga e de Itaituba tem sido uma marca a ser destacada.

Tudo que se espera, neste dia especial, de Sexta-feira da Paixão, é que esse sofrimento possa chegar ao fim. 

Embora tenha se chegado a um mês do ocorrido, qualquer nova pista precisa ser checada. A mais recente foi uma mancha de combustível nas águas do Tapajós, próximo da pista de Porto Belo, avistada pelo comandante Dário Ferreira.

Apesar de já ter-se passado tanto tempo, nem mesmo isso desanima as determinadas pessoas que continuas nas buscas. Hoje de manhã a informação ficou de ser verificada no local.


Walter Tertulino Indagou do Piloto Noco  sobre o combustível espalhado na superfície das águas, já que pelo prolongado tempo que o avião desapareceu há um mês,  esse combustível não teria se diluído estando  visível, já que o volume das aguas é grande e as corredeiras são maiores ainda. 

Noco ponderou que crê que o avião pela movimentação das águas, ou vento ou acomodação no solo já que pode ter caído sobre arvores, rompeu alguma válvula de escape ou mesmo danificou o tanque e com a acomodação natural vazou o combustível. 

É esperar e torcer, mais uma vez, que o mistério seja de uma vez por todas desvendado, para que essas cinco famílias tenham uma resposta definitiva sobre o que aconteceu com o voo da aeronave prefixo PT-LMN.
FONTE: BLOG DO JOTA PARENTE.

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