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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Garoto brasileiro não consegue parar de comer e, aos 3 anos, já pesa 70 kg

Garoto brasileiro não consegue parar de comer e, aos 3 anos, já pesa 70 kg Um garoto de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, de apenas três anos e que já pesa 70 quilos tem chamado a atenção de todo o mundo. De acordo com os pais, Misael nasceu saudável pesando 2,9 kg, mas, a cada mês de sua vida, o bebê ganhava quase 3 kg e, pouco a pouco, chegou ao peso atual.
Médicos acreditam que Misael seja um portador da Síndrome de Prader-Willi, que é uma condição genética rara cujos sintomas maiores são a fome constante e o desejo contínuo de comer. Só para você ter ideia: crianças portadoras da síndrome chegam a comer até seis vezes mais do que crianças “normais”. E mesmo assim podem continuar a sentir fome.


Além da hipótese de ser um portador da síndrome, Misael tem disfunção na tireoide, o que também provoca aumento de peso. De acordo com os pais do garoto, os remédios que ele toma para controlar o problema já não estão fazendo mais efeito. Além disso, a família tem dificuldades para tirar o garoto de casa – devido ao sobrepeso, ele tem dificuldades para andar.
Além disso, o pai conta que, quando consegue sair com o filho de casa, as pessoas os param na rua, querendo fotos com o garoto e fazendo perguntas a respeito de seu peso. Todas essas dificuldades fizeram com que a família contratasse um taxista sempre que precisasse sair de casa com o garoto – o que geralmente ocorre só para levá-lo ao médico.
A síndrome que Misael pode ter – ele ainda vai passar por testes médicos para confirmar a suspeita – não provoca apenas muita fome e o ganho de peso. Portadores de Prader-Willi podem apresentar problemas de comportamento também – é o caso de Misael. Ainda não há cura para a síndrome, mas, uma vez identificada, é possível realizar tratamentos que melhorem os sintomas.
Portadores adultos de Prader-Willi correm o risco de desenvolver outras doenças causadas pela obesidade, como o diabetes e problemas cardíacos e respiratórios.
FONTE(S)

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