
Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO), o deputado Junior Hage repudiou o a forma como o projeto entrou em pauta. “Vamos aprovar as contas do governo sem ao menos haver a apreciação da Comissão responsável”, explicou. Hage garante que não foi feito o pedido do relatório pelo presidente da Casa, Márcio Miranda (DEM), para que o documento fosse feito pela CFFO e repassado para plenária votar.
Primeiramente, as contas do governo são analisadas pelo Tribunal de Contas do Estado e depois são entregues à Alepa, que pode ou não, votar como coerentes. O Parlamento também pode fazer alguma ressalva ao Projeto - o que, neste ano, não o fez. Em sua defesa, Márcio Miranda alega que a votação não entrou em pauta antes porque 2018 foi um ano de Eleições Gerais.
O relatório também teve um parecer técnico do Ministério Público de Contas e nele. Mesmo aprovado, o documento segue com ressalvas quanto aos instrumentos de Controle, de Planejamento, da Receita e Despesa do Estado.
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