
Segundo o delegado Marcelo Mendes, da Unidade Integrada Pro Paz de
Bragança, o jovem foi encaminhado inicialmente ao Conselho Tutelar e em
seguida foi conduzido para o Propaz Integrado para receber atendimento
de profissionais de Serviço Social e Psicologia. O policial civil
explica que, como nenhuma vítima dos supostos assaltos compareceu na
Unidade Policial, o adolescente não foi submetido a auto de infração por
ato infracional, sendo feito apenas o registro da apresentação do rapaz
para caráter pedagógico para evitar ocorrências de situações
semelhantes.
O delegado ressalta que casos de pessoas vestidas de palhaços
assustadores têm sido registrados em várias cidades no mundo,
principalmente, nos Estados Unidos, mas fazer esse tipo de brincadeira
de mau gosto pode resultar em risco à integridade física de quem
pratica, como foi o caso do adolescente. 'O que começa com uma
travessura para dar sustos em pessoas pode se tornar algo perigoso',
alerta
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