

Um dos tipos de correntes falsas mais manjadas e ainda assim muito
disseminadas, são as que tentam sensibilizar e tocar o coração das
pessoas, usando fotografias e vídeos de crianças cegas, com câncer ou alguma doença terrível que as deformam.
A mecânica dessas correntes são sempre a mesma, basta compartilhar a
foto ou o vídeo que a criança irá receber do Facebook, Whatsapp ou
hospital R$ 0,10 centavos por replicação do conteúdo.
ESSA É FAKE NEWS: Nem o Facebook, nem o Whatsapp, nem tampouco nenhuma rede social faz esse tipo de “promoção” ou “caridade”. E se um dia o fizerem, não será por textos tolos de correntes.
ESSA É FAKE NEWS: Nem o Facebook, nem o Whatsapp, nem tampouco nenhuma rede social faz esse tipo de “promoção” ou “caridade”. E se um dia o fizerem, não será por textos tolos de correntes.
Como o Whatsapp, Facebook ou qualquer outra rede social teriam o
controle do tal compartilhamento? Ora, se houvesse tal campanha, as
redes sociais se encarregariam elas mesmo de divulgar. Redes sociais não
trabalham em sistemas de vaquinha.
O compartilhamento desse tipo de imagem só prejudica a criança, que fica
marcada com a brincadeira de mau gosto que explora a ingenuidade
alheia. Em alguns casos é até má fé mesmo. A pessoa sabe que é mentira
mas compartilha mesmo assim, objetivando ter atenções em sua postagem.
Fonte: Blog do Damião Cavalcante
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